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CAÇA MENOR
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3
-Fazer um levantamento sobre as
medidas profiláticas práticas em uso
e sobre as vacinas existentes no
mercado para combate a estas
doenças, bem como da sua eficácia
no terreno.
4
-Confirmar se, como parece, em
a l guns l uga r es j á ex i s t em
efect ivamente populações ou
indivíduos com resistências naturais
às duas doenças em questão, qual
o seu grau de resistência e de
transmissibilidade à descendência.
5
-Fazer o levantamento e registo
exaustivo das medidas de gestão e
apoio ao campo que têm garantido
o sucesso na exploração desta
espécie nos locais e zonas onde
este é visível e notório.
6
-Fazer um levantamento tão vasto
quanto possível das zonas onde a
espécie, mesmo não sendo
apoiada, está, ou aparentemente
está, a recuperar por si e procurar
conhecer as causas profundas de
tal facto.
7
-Procurar saber qual o impacto
real da predação natural sobre as
populações de coelho bravo,
sobretudo por parte da raposa, do
saca-rabos e do javali, em áreas
em que estes são abundantes.
8
-Saber da eficácia e aceitação
dos modelos de tocas artificiais
existentes para o maneio e controlo
sanitário.
9
-Saber, com a experiência já
havida e generalizada, da eficácia
e inconvenientes verificados nos
repovoamentos e translocações de
coelhos bravos, sejam estes criados
em cativeiro ou apanhados no
campo e mudados.
10
-Conhecer as razões que levam
a que não existam coelhos em
zonas onde antes abundavam,
mesmo havendo-os actualmente
em zonas contíguas.
11
- Se possível, criação ou eleição
de algumas zonas “experimentais
e de observação”, em vários pontos
naturalmente com o auxílio de
parceiros, onde já se criem ou se
possam criar coelhos, aplicando
medidas de apoio tidas por boas,
mas diferenciadas, para daí se
pode r em t i r a r as dev i das
conclusões.
Meios necessários à
consecução do projecto
Parece-nos que o espaço de
actuação inicial do projecto não
deva, por razões de ordem logística,
ir além da IV Região Cinegética, ou
incluir todo o Sul do Tejo. Critério a
estabelecer, no entanto, sempre e
só após se ver qual a sua aceitação
pelas Organizações de Caçadores
e restantes parceiros.
-Espaço temporal necessário à
realização das várias fases do
projecto. Este terá, penso, que se
desenrolar em pelo menos duas,
talvez três fases distintas: 1-recolha
e tratamento de informação a todos
o s n í v e i s ; 2 - p r o c u r a e
estabelecimento das parcerias
adequadas; 3-observação, análise
e investigação do que se passa no
t e r r eno ; 4 - d i vu l gação dos
resultados; 5-acompanhamento de
quem quiser aderir às práticas
aconselhadas e continuação da
divulgação dos resul tados e
conclusões.
-Parcerias a estabelecer, até com
organizações espanholas (muito
importante ligar o mundo da Caça,
da Conservação e da Investigação,
sendo no caso a iniciativa nossa,
d o s c a ç a d o r e s e s u a s
organizações).
-Espaço(s) físico(s), Região ou
Regiões Cinegética(s) e Zonas de
Caça abrangidas pelo projecto.
-Financiamento adequado e linhas
de f inanciamento possíveis.