Página 6 - Turcaça 33

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NOTÍCIAS
Um g r upo de emi g r an t es
portugueses, sediados em França,
criou uma empresa cinegética e
estabeleceu um acampamento de
caça na República da Gâmbia, um
país da África Ocidental e que tem
uma extensa fronteira com o
Senegal.
A zona de caça, com 130 mil
hectares (!), tomou o nome da
pequena vila onde o acampamento
está instalado, “Zebio Memmeh”,
e a oferta é, sobretudo, de caça
menor – muitas rolas (iguais às
que nos visitam anualmente),
pombo s - v e r de s e ou t r a s
subespécies, francolins (a perdiz
africana), gangas, galinhas do
mato e outras aves endémicas.
Em termos de caça maior, já que
é possível fazer um programa de
caça misto, ou seja, menor/maior,
o facochero (javali africano) é
abundante e existem também
alguns antílopes. O período forte
de caça vai de Janeiro a Março.
Por norma, os clientes viajam de
Bruxelas, Bélgica, para a capital
da Gâmbia, Banjul, onde são
recebidos por representantes da
empresa de caça. O acampamento
fica a menos de uma hora de
viagem de jipe e oferece aos
c a ç a d o r e s , e s e u s
acompanhan t es , t odos os
requisitos modernos para uma
estadia paradísica.
Um programa de caça, de oito
dias, custa 1 500,00€, valor a que
acresce o transporte aéreo, os
cartuchos para enfrentar dias de
muitos tiros e outras despesas de
carácter pessoal, como bebidas
alcoólicas, gorjetas, etc.
Os interessados podem conhecer
o programa e o local de estadia
numa visita ao sitio da empresa
na Internet –
www.zebiomemmeh.com
– ou
contactá-la através do seu e-mail:
zebiomemmeh@gmail.com
ou
através do telefone
0033-670 768 116
A sua Turcaça, revista t r imest ral
especializada em caça, vai passar a dispor
de versão on-line, custando a assinatura
anual oito euros.
A promessa tinha ficado no ar na última
edição e acaba agora por ser uma
realidade. Com esta inovação, a Turcaça,
p r op r i edade do g r upo a rme i r o
SHF/Sportrofa, pretende tornar mais fácil
o acesso ao seu produto editorial,
sobretudo para quem trabalha e vive fora
do país, ou seja, para a diáspora
portuguesa que está espalhada pelos
quatro cantos do Mundo. Mas a opção é,
igualmente, válida para aqueles que já se
habituaram a ler jornais, livros, etc, no
computador e não valorizam uma colecção
de revistas, por exemplo.
No entanto, a versão em papel continuará
a chegar às bancas, aos assinantes,
anunciantes, colaboradores e instituições
que ajudam a produzir a Turcaça, pois há
ainda muito boa gente que não dispensa
a sua revista em papel e não abdica do
gozo de a folhear, ler e reler os artigos
mais apelativos e, posteriormente, colocá-
la na estante, com o intuito de a consultar
sempre que lhe apetecer.
Para se inteirar da oferta on-line, entre,
pf, no sítio do grupo armeiro
SHF/Sportrofa:
www.shf.com.pt • www.turcaca.com.pt