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CAÇA MENOR
das observações e de informações
recolhidas no terreno, a época de
caça menor, que só agora começou,
está condenada à magreza, ao
insucesso, o que transmite ao
caçador desalento, desencanto,
frustração. Está na hora de exigir,
a quem de direito, uma intervenção
sér ia em prol da caça, dos
caçadores e do futuro do sector. De
braços caídos, os problemas não
se resolvem – agudizam-se.
Dada a escassez de espécies
indígenas e o problema que afecta
o coelho-bravo, é provável que
algumas zonas de caça venham a
encurtar o período venatório. Os
torcazes residentes – nesta zona,
não recebemos os congéneres que
viajam desde o Norte da Europa
para passar cá o Inverno – e os
tordos, se entrarem em número
elevado, podem minorar o desgosto
geral… Mas o problema são
aqueles caçadores que têm e criam
cães e não sabem ir à caça sem
eles… A al ternat iva viável , e
provavelmente o recurso futuro, é
a caça de cativeiro… Teremos de
acompanhar, também neste
domínio, os nossos parceiros
europeus, designadamente os do
Sul , espanhóis, f ranceses e
italianos.