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CAÇA MENOR
António Lavazza, um dos maiores
especialistas na matéria aconselha
a:
- não vacinar;
- não trasladar coelhos nem efectuar
repovoamentos ou reforços
cinegéticos;
- não permitir que os cães comam
as vísceras desses animais;
Acções em curso
A FENCAÇA , F e d e r a ç ã o
Portuguesa de Caça, a organização
do sector da caça que mais tem
pugnado pela investigação e pela
defesa dos interesses dos gestores
de caça e dos caçadores, tem em
curso várias experiências – ao nível
da gestão de habitats, alimentação
e controlo dos insectos portadores
da doença – no intuito de limitar a
sua propagação da epidemia.
No entanto, continuam sendo mais
as dúvidas que as certezas em torno
da nova estirpe. A análise de
cadáveres de coelhos é fundamental
para que a comunidade científica
possa determinar a origem, as
características da nova variante
viral, a evolução do surto e, por
úl t imo, a sens ibi l idade e a
resistência do coelho à doença.
Antes de agir torna-se necessário
conhecer. Para o efei to, em
Setembro último, a FENCAÇA
estabeleceu um protocolo de
cooperação com a CIBIO-UP
(Universidade do Porto), com base
no qual se comprometeu a fazer a
recolha de cadáveres de coelhos
por tadores da nova est i rpe.
A forma como todos nós, caçadores,
podemos co l aborar com a
invest igação em curso está
plasmada no sítio da FENCAÇA,
em artigos relacionados com a
propagação e doença do coelho-
bravo. Dos resultados obtidos, a
equipa multidisciplinar no terreno
dará conta aos associados da
Federação Portuguesa de Caça,
em particular, e aos caçadores, em
geral.