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TIRO DESPORTIVO
conquistou a medalha de ouro, em
superveteranos (Emílio M. Santos,
Euséb i o R i be i r o e Ca r l os
Vasconcelos e) a medalha de prata
e em juniores (Alberto Lopes, João
Machado e Gonçalo Pereira) o ouro
do primeiro lugar. Individualmente,
o destaque vai para o terceiro lugar
absoluto do experiente atirador
Car l os Ma i a, após renh i do
desempate. O superveterano
Eusébio Ribei ro arrebatou a
medalha de prata da sua categoria,
depois de ter conquistado o ouro
no dia anterior (Grande Prix de
Portugal). António Machado foi
terceiro em veteranos e o júnior
João Machado ocupou também a
mesma posição, com direito a
me d a l h a d e b r o n z e . Na
classificação final da Taça do
Mundo, ganha pelo italiano Proietti,
Pedro Leite (3º) e Luís Monteiro (5º)
honraram as cores nacionais. Uma
palavra de admiração para o atirador
da Grã-Bretanha Nathan Halles que,
apesar da sua juventude, sagrou-
se campeão do mundo absoluto,
irradiando um contentamento
merecido e uma simpatia que a
todos encantou.
Foi uma época em que o tiro às
hélices consagrou os atiradores
portugueses praticantes regulares
da disciplina, com realce para o
at i rador Pedro Perei ra Lei te
(Pev i dém-Gu imarães) pe l os
relevantes títulos conquistados:
campeão nacional, vencedor da
Taça de Portugal e dos Masters;
quarto classificado no Europeu de
Itália, com o mesmo resultado do
terceiro, e membro das duas
selecções que disputaram e se
classificaram no Europeu e no
Mundial.
O pódio das selecções de seniores
Pódio - equipas de superveteranos
de Veteranos