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CAÇA MAIOR
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A montaria de Castelãos,
Macedo de Cavalei ros,
promovida e organizada pela
respectiva zona de caça (ZC
Associativa de Castelãos), no dia
25 de Janeiro último, redundou num
êxito – oito javalis cobrados, todos
adultos e de porte, e um autêntico
arraial de tiros – na ordem dos 150!
O quadro de caça poderia ter sido
soberbo, caso os monteiros que
fizeram o gosto ao dedo tivessem
as alças das respectivas carabinas
afinadas…
A mancha de Castelãos esteve de
pousio desde 2 006, altura em que
a montaria não produziu resultados.
O medo de repetir o “barrete” foi
adiando a iniciativa, mas a actual
direcção da zona de caça resolveu
reeditar o evento e meteu mãos à
obra , com o propós i t o de
proporcionar uma jornada agradável
de caça.
Ao apelo dos responsáveis de
Cas t e l ãos responderam 80
monteiros, ainda que a organização
tivesse marcado 92 portas, levando
em conta as prévias inscrições.
Sabendo de antemão que a mancha
tinha porcos, a organização foi
cautelosa nos preparativos e gastos,
tendo optado por contratar quatro
matilhas, em vez das seis ou oito
aconselháveis face à dimensão e
dificuldade da mancha a montear.
Porém, as matilhas presentes deram
conta do recado e trabalharam na
perfeição. O matilheiro António Brás,
mais conhecido como “cajarana”,
filho da terra e por isso a jogar em
casa, conhecedor do terreno como
as palmas das suas mãos, orientou
a entrada e a progressão das
matilhas na mancha, conhecendo
na perfeição todos os regatos,
recantos e silvados, contando
também com as “dicas”, via rádio,
da organização, no sentido de