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XVIII Feira da Caça de
Macedo de Cavaleiros – a
VIII Feira do Turismo e a XX
Festa dos Caçadores do Norte -,
que decorreu de 30 de Janeiro a 2
de Fevereiro últimos, tendo acolhido
várias manifestações ligadas ao
sector da caça, atingiu a maior idade
e recomenda-se, dado o dinamismo,
a iniciativa e a dimensão do evento,
organizado pela Câmara Municipal
de Macedo de Cavaleiros em
parceria com a Federação das
Associações de Caçadores da 1ª
Região Cinegética (FACIRC), com
sede naquela cidade da região
transmontana. Como não podia
deixar de ser, o grupo armeiro
SHF/Sportrofa group e a sua
Turcaça est iveram presentes.
O número de expositores está
limitado ao espaço disponível, o
Parque Municipal de Exposições,
acrescido dos m2 possíveis de
ganhar em função da dimensão
viável e da funcionalidade, mas
ronda habitualmente os 120, entre
os sectores da caça, do turismo e
dos p r odu t os a l imen t a r es ,
designadamente os ligados ao
fumeiro, um dos cartazes da região,
enquanto o dos visitantes terá
superado a barreira dos 20 mil, entre
portugueses e espanhóis.
“O balanço é muito positivo, porque
as pessoas aderiram muito bem.
Tivemos muitos visitantes e os
expositores estão satisfeitos com
as vendas efectuadas. Nota-se que
as pessoas estão satisfeitas. Foi
um f im-de-semana di ferente”,
referiu, a uma rádio local, o novo
presidente do município de Macedo
de Cavaleiros, Duarte Moreno, na
hora do encerramento do evento.
Na cerimónia de abertura, para além
das entidades organizadoras e
convidados, estiveram presentes
vár ios autarcas da região e
deputados eleitos pelo círculo
eleitoral transmontano (distritos de
Bragança e de Vi la Real), o
s e c r e t á r i o d e Es t a d o d a
Administração Local, António Leitão
Amaro, convidado para o efeito,
reconheceu não estar por dentro da
problemática da caça, mas não
deixou de referir e sublinhar a
importância da mesma na “criação
de riqueza” para o Estado e, ainda,
a vertente da fixação de população
n o i n t e r i o r d o pa í s , n a
potencialização do mundo rural,
numa perspectiva do ordenamento
do território.
Após a abertura oficial do evento,
e retomando prática habitual, foi
s e r v i d a u m a m e r e n d a
transmontana, juntando entidades
oficiais, convidados e expositores.
Provas de Santo Huberto
ent re vár i as man i fes tações
Para além das três naves de
exposição, o espaço indoor, se
preferirem, dedicado ao sector da
caça, do turismo e ao alimentar e
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