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WAVES ( S o c i e d a d e
Eu r omed i t e r r ânea de
Vi g i l ânc i a de Fauna
Selvagem) Portugal promoveu, na
UTAD (Universidade de Trás-os-
Montes e Alto Douro), em Vila Real,
no dia 27 de Junho, um seminário
sobre o corço, onde foram
apresentados estudos e trabalhos
sobre ecologia, metodologias de
monitorização, caracterização
genét ica das populações em
Portugal, gestão de populações em
semicativeiro e, por último, a caça
no Norte de Espanha e em…
Portugal(!).
Um conjunto (seis) de oradores de
alto nível e reconhecida qualificação,
dois deles oriundos de Espanha
(Galiza e León), onde o corço e a
sua caça estão num patamar que
nós, portugueses, ambicionamos,
mas do qual distamos milhares de
qui lómetros- luz. Dois painéis
diferentes, obedecendo ao teor das
apresentações. Uma ressalva:
auditório limitado, em função do
número de inscrições para alunos
e restantes interessados.
O primeiro painel, composto pela
espanhola Aurora Monzón, bióloga
e docente na UTAD, e também
pelos biólogos João Santos e prof.
Car los Fonseca, ambos da
Un i ve r s i dade de Ave i r o –
departamento da vida selvagem -,
debruçou-se sobre aspectos da
ecologia do corço, metodologias de
monitorização e caracterização
genét ica das populações em
Po r t uga l , r espec t i vamen t e .
A professora Aurora Monzón fez a
apresentação do corço, da espécie,
digamos assim, debruçando-se
sobre muitos aspectos de vital
importância para o desenvolvimento
do pequeno cervídeo entre nós,
caso do habitat mais propício e do
seu estado de conservação para
potenciar o maior número de
“bichos” por hectare, trazendo até
ao auditório o exemplo do cercado
de corços de Grijó/Vilar do Monte,
CAÇA MAIOR
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Promovido pela WAVES Portugal, teve lugar na UTAD, em Vila Real
Seminário sobre o corço
ecologia, genética e caça