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“Norcaça, Norpesca e
Norcastanha 2014”, ou se
preferirem, a 13ª Feira
Internacional do Norte, decorrerá
em Bragança, de 30 deste mês
(Outubro) a 2 de Novembro, fazendo
acumular à capital de distrito o
galardão de capi tal da caça,
promoção legítima, convenhamos,
se associarmos à fria cidade
transmontana a ZC Nacional da
Lombada, por onde deambulam os
maiores e mais cobiçados troféus
de veados da Península Ibérica. O
importador e armeiro nacional
SHF/Sportrofa group, esse, voltará,
uma vez mais, a ocupar espaço de
destaque no pavilhão do NERBA
(Núcleo Empresarial de Bragança),
o espaço fechado da feira brigantina.
Como habitualmente, pois o evento
t r ansmon t ano j á d i spensa
apresentações e será a segunda
maior feira de caça do país, logo
atrás da Expocaça, o programa é
vasto e a oferta é generalizada e
não apenas voltada para caçadores
e pescadores, naturalmente o
público-alvo do certame, que tem
na autarquia local, a Câmara
Municipal de Bragança, o promotor
e d i nami zador número um.
Aliás, o novo elenco autárquico
apostou forte em termos de
divulgação, inclusivamente nas
cidades espanholas mais próximas,
e pretende revitalizar o evento,
tendo-se socorrido, também, das
várias associações da cidade para
alargar horizontes e espaços de
influência.
Assim, o Clube de Caça e Pesca
de Bragança, para além do seu
stand no pavilhão dos expositores,
está envolvido na organização, em
parceria com a edilidade e a ZC
Municipal de Rebordãos, da
montaria da Norcaça, agendada
para o dia 1 de Novembro numa
m a n c h a q u e d i s p e n s a
apresentações para os monteiros
de longa data, e também na largada
de perdizes e faisões, marcada para
o dia seguinte, em Gimonde (ZC
Associativa).
Os amantes dos cães de parar terão
uma prova de Santo Huberto e os
pescadores vão desfrutar de um
convívio de pesca de margem ao
lúcio, na barragem do Azibo. Como
é hábito, a cetraria, a arte de caça
com aves de rapina, proporcionará
um e s pe c t á c u l o e v á r i a s
demonstrações.
Em termos de seminário, referência
da feira, a par da montaria, o tema
forte será a importância dos fundos
comunitários no desenvolvimento
dos sectores da caça e da pesca
em Trás-os-Montes.
A castanha, produto da terra e mais-
val ia para a região, e outras
actividades transmitem, também,
dinamismo e diversidade à feira.
Com mais expositores inscritos e
com óptimas acessibilidades, é
provável que a edição deste ano
venha a registar um número recorde
de visitantes.
A.P.
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