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CAÇA MENOR
um domi ngo f r i o de
Dezembro último, fomos
conv i dados para uma
caçada aos coelhos na Zona de
Caça Municipal de Valpaços. O
convite do André e do seu avô, o
Sr. Joaquim, dois entusiastas e
servidos por um par de cães de
categoria, já tinha uns tempos e era,
por isso, irrecusável. A manhã
rendeu apenas um coelho-bravo,
no único tiro disparado, mas valeu
p e l a c omp a n h i a e p e l a
confraternização em torno do
almoço. É a paixão pela caça que
ainda faz mover caçadores e
transmitir vida a montes e vales
transmontanos.
Os coelhos-bravos são poucos,
raras serão as excepções, face à
DHV (Doença Hemorrágica Viral)
que insiste em dizimar populações
e impede a recuperação da peça
cinegética mais popular entre os
caçadores portugueses, o que está
a trazer problemas acrescidas ao
sector da caça e das armas. Não
íamos, pois, ao engano, mas a
caçada ficara agendada aquando
da Norcaça 2014, em Bragança,
com os dois amigos de Valpaços a
darem-nos o prazer da sua
presença em Rebordãos e,
posteriormente, no pavilhão do
NERBA, em Bragança, onde foi
servido o almoço-convívio da
montaria, por sinal com um quadro
de caça aquém do desejado e
esperado.
Chegou Dezembro e o André,
provavelmente futuro gestor
c i negé t i co em f unção das
habilitações académicas e da paixão
pela caça, reforçou o convite. Foi
marcado o dia, até pela necessidade
de adquirir a credencial, e este
vosso amigo meteu-se ao caminho,
por sinal mui to bom, ainda
Manhã bem passada, em boa companhia e com gente sabida na matéria
Caçada aos coelhos em Valpaços